segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Certeza

Certeza. De querer o bem sem ver a quem, mas por um alguém, que como ninguém os meus sentimentos detém. Me mantém como refém. Certeza. Da possibilidade, da profundidade, da reciprocidade e destes sentimentos que, ao final, são representados pela felicidade. Felicidade que consome, se impõe, que constrói; consome as tristezas que já não existem, impondo-se sobre sofrimentos que já não subsistem, construindo com certeza e inigualável clareza, o que, mais uma vez, só posso chamar de felicidade.



2 comentários:

Anônimo disse...

que lindo isso!!!!!!!

dmagalhaes1 disse...

Bom demais... Vc é um poeteiro de 1a...